Já pensou o quanto um curso de economia online pode te ajudar a entender o que é economia e quais os fundamentos essenciais dessa ciência? Esse campo tem forte influência em nosso cotidiano e afeta diretamente a todos os consumidores, fornecedores e sociedade em geral. Logo, ter uma boa noção é bastante válido.

Com cursos online, você pode aprender de modo prático e excelente. Os cursos a distância se destacam como ferramentas modernas primordiais para a qualificação de milhões de pessoas. No Centro de Estudos e Formação, por exemplo, há centenas de cursos EAD de várias áreas, entre eles o curso online Economia na Prática, conteúdo formulado em módulos explicativos estruturados.

Com essa flexibilidade, conforto e segurança, você estuda a introdução à economia, se atualiza sobre as novidades da área e se aperfeiçoa para dominá-la em sua carreira e formação profissional. Neste artigo, vamos explanar alguns pontos básicos para seu conhecimento. Leia o texto, compreenda vários aspectos e renove seu aprendizado.

Detalhes e conceitos gerais do curso de economia online

Noções e fundamentos da economia

A estrutura de nossa sociedade é baseada na economia e seus conceitos. Tudo o que produzimos e consumimos faz parte dessa redoma, sendo praticamente impossível viver sem contar com os fundamentos dessa ciência tão vasta que chama atenção de diversos estudiosos.

O que é economia para você? Como primeira noção do tema, é importante entender que esse termo tem origem grega e significa "a arte de administrar o lar/casa" de acordo com sua renda e gastos durante certo período. A necessidade – seja supérflua ou básica – obriga as pessoas a contarem com bens e serviços essenciais para sua sobrevivência, afinal, devemos ter roupas para vestir, comida para comer, entretenimento para se divertir, entre muitas outras carências. Porém, nada é disponibilizado de modo amplo, à vontade, para tudo e para todos: os recursos são escassos.

Nesse contexto, entende-se como economia a ciência que estuda a escassez, bem como seus fatores e consequências. Nada é infinito, seja mão de obra, matéria prima, dinheiro, ou seja, os recursos em si. Sendo assim, é necessário fazer escolhas: o que produzir, como produzir e como distribuir - base para o ciclo econômico.

É justamente nesse ponto que chegamos a introdução à economia: quando os bens são poucos e existe demanda para sua produção, logo um indivíduo adquire sua posse e eles ganham poder econômico. Entre os fundamentos da economia que se referem a esse processo, podemos citar, então, a escassez, a demanda e o direito de propriedade.

Imagine se você cria um produto inovador que resolve um problema e é desejado por muitas pessoas. Ele é inexistente, mas a partir do momento em que você lança no mercado e passa a vendê-lo, ele passa a ter um valor econômico, se tornando um bem de consumo. Seu preço, no caso, dependerá de variados fatores: disponibilidade, oferta, procura, produção, entre outros.

Com essa introdução à economia, dá para ter uma boa noção de como ela está inserida em nosso cotidiano. De uma forma ou outra, somos produtores e consumidores e contamos com muitos objetos e serviços dos quais fazemos uso diariamente, os chamados bens econômicos. Tudo tem um valor, por isso o acúmulo desses bens, sua exclusividade e grandeza levam ao que conhecemos como "riqueza".

Portanto, tenha em mente: os fundamentos da economia vão muito além de capital/dinheiro. As necessidades humanas são infinitas e a sociedade do consumo se intensifica cada vez mais, fatos que levam a um estudo aprofundado para definir práticas, regras, conceitos e demais aspectos para tornar esse processo sistematizado. Se por um lado há a abordagem para empresas (fornecedores), suas melhorias e lucro, por outro existe a análise dos consumidores e seu comportamento, considerando sua renda e necessidades.

O que mais vemos atualmente nos canais de mídia são notícias relacionadas à economia. Seja as cotações das bolsas de valores, a inflação e deflação, o comportamento de compra das pessoas e as estratégias de vendas do mercado, tudo se refere a essa ciência, seus ramos e classificações. Por isso, para não ficar perdido em meio a tantos dados, é muito eficiente pesquisar e estudar mais sobre o assunto, com boas fontes encontradas em um curso de economia online e cursos online com certificado atualizados.

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Sistema monetário

Já tem uma noção dos fundamentos da economia? Após nossa primeira abordagem, com certeza você adquiriu uma visão mais ampla desse conhecimento. Além disso, já deve imaginar o quanto se torna complexo, já que os recursos são insuficientes e levam às questões: o que produzir e em quais quantidades – bem como outras diversas indagações.

Bom, se a relação de produção, trabalho e consumo acontece desde os primórdios da humanidade, obviamente ela sofreu inúmeras alterações até chegar ao sistema que temos atualmente. Tais mudanças, inclusive, levaram ao surgimento da economia e todas as suas teorias, sobretudo políticas.

Independente de visões ideológicas e políticas na qual se encontra a economia, sua estrutura intrínseca é a que deve ser ponderada para a organização social e disposição de seus conceitos. Nesse ponto, chegamos ao principal deles, o sistema monetário, que tem como foco a ordenação das regras, instituições, valores e tudo que se refere à moeda. Isso tudo dentro de um espaço, geralmente um país ou região, em que o Estado controla e administra de acordo com sua política econômica.

Como exemplo, podemos citar o sistema monetário brasileiro. Nossa moeda vigente é o real, cotado por moedas e cédulas produzidas pelo Banco Central e que circulam em meio a regras e situações mutáveis. Além disso, incluem-se também os sistemas bancários estatais e privados, bem como os parâmetros referentes ao crédito (muito utilizados por bancos como multiplicador ou como investimento) ou moeda escritural (como os saldos "intangíveis" em contas correntes, por exemplo).

Ao tratar de sistema monetário, é necessário abordar o papel da liquidez, muito importante para a economia que temos hoje. Trata-se de um investimento que se altera de acordo com o tempo necessário para conseguir o dinheiro vivo, o capital propriamente dito. Ao comprar um imóvel, por exemplo, a liquidez será menor, já que demandará muito tempo para ser vendido e, assim, dar retorno financeiro. Do contrário, a aplicação na poupança corresponde a uma liquidez maior, em que o investidor pode retirar seu dinheiro quando quiser, de forma simples e rápida.

Esse aspecto é essencial para entender problemas econômicos e fundamentos de economia em um país, por exemplo. Já ouviu falar da crise monetária na Grécia? Pois é, nesse caso, houve muito destaque dessas fórmulas, devido às altas dívidas do país com fundos internacionais e o fechamento de bancos para evitar o saque da população a seu dinheiro – caso isso acontecesse, as instituições "quebrariam" devido a alta e repentina liquidez, que levaria à falta de recursos.

Ficou mais claro? No que se trata de economia moderna, compreender o sistema monetário te ajudará bastante, seja na graduação, no estudo para concursos públicos ou demais objetivos. A partir do nosso curso online Economia na Prática e diversos cursos EAD do Centro de Estudos e Formação, você consegue se aprofundar nesse e em demais temas fundamentais para se dar bem em suas metas.

Banco Central do Brasil

Continuando o cenário sobre o sistema monetário, presente em tudo que se refere à introdução à economia, salientamos a importância do Banco Central do Brasil nesse tema. Esse órgão regula o sistema monetário, planeja e supervisiona todas as tarefas e atividades financeiras dos bancos, facilita as transações e empresta dinheiro em caso de instabilidades.

Para simplificar, o autor Gregory Mankiw, autor do livro Introdução à Economia, define que outra tarefa principal do Banco Central é "controlar a quantidade de moeda disponível na economia". Por meio de uma política monetária, fica estabelecida qual será a oferta de moeda, com base, claro, em vários aspectos – câmbio, cotações, produção, consumo, os recursos básicos da economia como um todo.

Entende-se que, quando há uma administração pública eficiente, problemas econômicos são tratados de maneira que não afetem drasticamente a população e alcancem status calamitosos, como aconteceu na Grécia e pode ser visto aqui no Brasil em alguns momentos da crise econômica que ainda persiste. Portanto, quanto se trata de economia e sua gestão, há muitos pontos a se atentar, analisar, debater e solucionar.

Economistas de grande relevância sabem que a atualização no ramo, sobretudo em questão do mercado financeiro mundial, é primordial. Quem já está nessa área precisa se aperfeiçoar sempre, com conteúdos competentes e flexíveis: guias oficiais, manuais e livros de especialistas, cursos online, entre outros.

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Política Monetária e Fiscal

Já ouviu falar do COPOM – Comitê de Política Monetária do Brasil? Esse órgão é responsável por estabelecer a meta básica para a taxa de juros, controlando junto ao Banco Central do Brasil a emissão e oferta de moeda e regulamentando demais normativas do sistema bancário.

É por meio dessa política monetária que o governo visa manter o planejamento econômico do país estável, com base na administração de recursos (impostos), taxa de empregos e crescimento, para evitar problemas como a alta inflação, por exemplo. Logo, o COPOM tem como meta principal manter a taxa Selic (a taxa mais básica e comum de juros utilizada no país) estável diariamente, pois se aumenta, afetará diretamente no preço de bens e serviços. Isso se dá considerando as operações do mercado aberto, como a compra ou venda de títulos pelo governo.

Ilustrando para que você compreenda: o COPOM estabelece uma meta diária à taxa Selic que deve se manter na média pela mesa de operações do mercado aberto do BCB. Isso dependerá da taxa de juros que incide sobre financiamentos diários com prazo de um dia útil (overnight) e títulos públicos registrados no Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).

Obviamente, esse processo é bastante complexo e lida com muitas adversidades e comportamentos que se alteram com alta ou baixa frequência, dependendo bastante da política econômica do país e, eventualmente, sendo "corrigida" pela política fiscal, que manipula os tributos e gastos para regular a atividade econômica, a fim de evitar tendências à inflação e demais contratempos.

Em contato com esses termos, percebemos que a economia é uma área cercada de uma série de aspectos bem particulares. Embora façam parte e delimitem todas as nossas atividades de compra e venda, poucos indivíduos entendem realmente do que se tratam detalhadamente. Se você ficou instigado em aprender mais, saiba que o curso online Economia na Prática do Centro de Estudos e Formação conta com módulos específicos e completos sobre todos os conceitos desse ramo. Que tal se qualificar com os melhores cursos a distância do mercado?

Taxa de câmbio e regimes cambiais

Quanto está o dólar hoje? E o euro, subiu ou se manteve com a mesma cotação? Quem faz compras no exterior, recebe pagamentos em moeda internacional ou precisa viajar para algum determinado país sempre fica com essas perguntas na mente. Tudo isso se refere à taxa de câmbio, um assunto falado comumente nos noticiários – ainda mais quando são apresentadas as cotações nos telejornais, por exemplo.

Segundo o Banco Central do Brasil, câmbio é "a operação de troca de moeda de um país pela moeda de outro país". Trata-se de um elemento comum ao sistema monetário internacional, para facilitar transações entre todas as nações, seja para compra ou venda. Já a taxa de câmbio é "o preço de uma moeda estrangeira medido em unidades ou frações (centavos) da moeda nacional". Ou seja, o valor de uma moeda estrangeira propriamente dita. Se o dólar está custando 3 reais hoje, essa é sua taxa de câmbio, negociada livremente entre os agentes autorizados do BCB e seus clientes, com ampla divulgação para a imprensa e população. Ainda nesse contexto, o regime cambial se aplica a várias formas, sendo as mais comuns a fixa e a flutuante.

No primeiro caso, acontece quando o Banco Central decide comprar ou vender moeda estrangeira a um preço fixo, que altera de acordo com suas prerrogativas. No Brasil, em meados dos anos 90, o regime cambial fixo garantia que 1 dólar representasse 1 real. Já no regime flutuante, como vemos por aqui atualmente, a taxa aumenta ou diminui conforme a demanda e oferta do mercado – um dia está altíssima, no outro, abaixo da média.

Interessante, não é? Aproveite e aprofunde seus conhecimentos sobre câmbio em cursos online com certificado também. Vale muito a pena se especializar e até usar essa visão para empreender, comprar e vender no exterior. Que tal?

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Especialização em economia

Destacamos em nosso artigo as vantagens dos cursos online para se especializar em economia. Apresentamos apenas algumas informações sobre essa área para você se familiarizar e entender por que é importante se capacitar, atualizar e aperfeiçoar por meio de um curso de economia online.

Então, seja para ter noções mais amplas desse ramo, para dominá-lo de vez e se qualificar de modo flexível e primoroso, indicamos tanto o curso online Economia na Prática quanto demais cursos EAD do Centro de Estudos e Formação. Sabia que há centenas de opções que podem ficar a sua disposição por um ano? Sim, isso mesmo.

Ao se inscrever no portal, basta investir uma taxa única de R$ 69,90 para ter acesso a todos os cursos online com certificado do Pacote Master por todo esse tempo. Assim, você realiza quantos cursos a distância quiser e pode até se certificar caso essa seja sua meta. Com mais de 120 mil alunos satisfeitos, o Centro de Estudos e Formação se consolidou como uma das melhores instituições EAD do mercado, com ótimas vantagens e diferenciais. Impossível deixar essa proposta de lado, não é?

Então, matricule-se agora e, se tiver dúvidas, deixe um comentário em nosso artigo ou entre em contato. Esperamos que tenha gostado de saber o que é economia e se animado para aprender mais. Boa sorte e sucesso.