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 Equipe Centro de Estudos e Formação  01/01/2018
Amamentação: 6 informações essenciais e cursos online para fazer já

O ato de amamentar deve ser incentivado. Isso por que bebês e crianças que se alimentam de leite materno recebem os nutrientes necessários para protegê-los em seus primeiros anos de vida, e ainda têm o privilégio de manter um contato exclusivo e especial com sua mãe. Hoje em dia há discussões sobre o tema em cartilhas especiais do governo, campanhas nacionais de apoio, congressos e até mesmo cursos online, voltados aos profissionais de saúde e a demais interessados. 

Aqui no Centro de Estudos e Formação, por exemplo, há o curso online Amamentação, que traz um conteúdo aprofundado a respeito da prática, incluindo seus benefícios, os cuidados que as mães devem ter nessa fase, legislações e muitos ensinamentos sobre como amamentar. É um guia completo e que pode qualificar profissionais de enfermagem, pediatria, assistência social, nutrição e demais especialidades.

Se você faz parte desse grupo, não perca a chance de aprender mais para garantir reconhecimento no mercado de trabalho, e se você é gestante ou já é mãe, acompanhe este artigo e veja o conhecimento imprescindível que cursos a distância podem lhe oferecer.

Amamentação: importante para a mãe e para o bebê

aleitamento materno é de extrema importância para a saúde dos bebês, que devem ser alimentados desde suas primeiras horas de vida. Nesse período inicial a mãe oferecerá para seu filho um leite mais amarelado e grosso, que recebe o nome de colostro e é considerado um dos mais importantes dessa fase, por que contém grande quantidade de anticorpos e células maduras. É aí que começa a ação do grande poder de imunização que a amamentação possui contra vírus, bactérias e outros agentes.

Depois, o denominado leite maduro começa a se formar, sendo fonte de nutrientes essenciais, como proteínas, lactose, vitaminas, minerais, água, gorduras, entre outros. Sem o leite materno, o recém-nascido pode ter dificuldades de eliminar o mecônio (primeiras fezes do bebê) e falhas no desenvolvimento de seu intestino, assim como todo o sistema digestivo.

Abaixo, vamos explanar sobre outras vantagens de amamentar, que inclusive podem ser conferidas de forma mais completa em cursos online. A disseminação dessa prática deve ser feita por profissionais capacitados. Se você quer fazer parte dessa interlocução com a população, considere realizar cursos online com certificado, nos quais é possível aprender métodos e técnicas e ainda ter a chance de comprovar tudo o que absorveu de conteúdo.

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Benefícios para os bebês

Em cursos EaD, por exemplo, você vai entender tudo sobre a importância da amamentação para o bebê, analisando os benefícios físicos e psicológicos que esse ato proporciona. Conheça alguns deles:

  • Facilita a digestão
  • Previne infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias
  • Protege contra alergias
  • Ajuda o bebê a se adaptar a outros alimentos
  • É ativo no desenvolvimento mental do bebê
  • Atua na prevenção de doenças como diabetes e linfomas
  • Reforça os laços afetivos com a mãe

Viu só quanta coisa? Sem o aleitamento materno os bebês ficam mais suscetíveis a uma série de enfermidades, que podem vir a surgir somente na adolescência ou na vida adulta. De acordo com a UNICEF, “se todos os bebês fossem exclusivamente amamentados durante os seis primeiros meses de vida e continuassem a mamar até os dois anos de idade, quase um milhão e 300 mil crianças poderiam ser salvas, todos os anos, e outros milhares de meninos e meninas cresceriam muito mais saudáveis em todo o mundo”.

Benefícios para as mães

Há também muitos dados positivos que envolvem as mães que amamentam seus filhos. Trouxemos algumas vantagens, veja:

  • Involução uterinano após o parto mais acelerada
  • Auxilia na recuperação do peso normal
  • Proporciona mais segurança e menos ansiedade
  • Menores chances de câncer de mama e/ou ovários
  • Previne o desenvolvimento de osteoporose
  • Oferece praticidade no dia a dia
  • Amamentar aproxima e fortalece a relação mãe-filho

A garantia de saúde para um ser que acabou de chegar ao mundo é impagável, não é mesmo? Ele começará a vida com vitalidade, bem-estar e carinho.

Mas se você pensa que a amamentação só está ligada à saúde humana está enganado. Por tabela, o ato de alimentar bebês e crianças com o leite da mãe afeta de modo positivo a economia e o meio ambiente, basicamente por custar menos do que a alimentação artificial e resultar em menos gastos com cuidados médicos. Além disso, os leites em pó ou longa vida promovem o gasto de energia, de materiais para embalagem, combustível para distribui-los, água, produtos de limpeza, enfim, muitas etapas que atingem os recursos naturais e promovem a poluição. 

Vale ressaltar que o uso dos leites artificiais deve ser feito somente sob orientação médica, em caso de mães que estão impedidas de amamentar por algum motivo.

Brasil é referência em amamentação

O Brasil é um dos países que mais promovem a importância da amamentação e os resultados têm ganhado reconhecimento. De acordo com pesquisa da revista inglesa The Lancenet (2016), a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos no país sofreu uma queda de 80%, passando de 66 para 12,9 para cada mil nascidos vivos entre 1990 e 2014. O aleitamento materno é um dos principais responsáveis por essa diminuição significativa. No Brasil, 41% das mães já mantêm a amamentação exclusiva até os primeiros seis meses de vida do bebê, dobro das taxas registradas nos Estados Unidos, Reino Unido e China.

Os dados ainda mostraram que o ato de amamentar tornou-se mais comum e duradouro no Brasil a partir de 2006. Para se ter uma ideia do aumento da prática, na década de 1970, as crianças brasileiras eram amamentadas por dois meses e meio, mas entre os anos de 2006 e 2007, essa média subiu para 1 ano e dois meses. Tal avanço pode ser traduzido em uma economia de US$ 6 milhões em tratamentos de saúde no país.

Que tal poder fazer parte dessas estatísticas positivas? Cursos online com certificado podem te ensinar mais sobre o tema, seus conceitos e dados atualizados, e ajudar a melhorar sua vida profissional, dando um up em seu currículo.

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Principais dúvidas sobre amamentação

As questões sobre a amamentação não são muito esclarecidas para algumas mulheres. Ter dúvidas quanto essa prática é super comum, pois apesar das campanhas de conscientização, artigos e vídeos na internet, a maternidade não tem um "manual" para funcionar corretamente, cada criança é de um jeito, assim como cada mãe.

Profissionais capacitados, que estudam bastante, inclusive em cursos EaD, desenvolvem um olhar humanista na hora de atender mulheres em um momento que traz muitas novidades e sentimentos bons, mas que ao mesmo tempo pode causar inseguranças e dores. Elencamos seis dúvidas sobre amamentação, confira:

1 - Por que amamentar exclusivamente até os seis meses?

O principal motivo para essa decisão, que é recomendadíssima pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério da Saúde, é que as crianças ficam mais protegidas contra doenças, infecções e alergias. O contato com leites artificiais antes desse tempo de vida pode trazer mais riscos de desenvolver diversos problemas. 

Mas além disso, a amamentação exclusiva até os seis meses auxilia também na introdução de novos alimentos, que deve ser feita após essa idade. Isso acontece por que o leite materno tem o sabor e o cheiro dos alimentos que a mãe come, e nessa idade os bebês já estão familiarizados. Mesmo alimentando-os com papinhas e frutas, os órgãos de saúde indicam que a amamentação seja feita até os dois anos de vida ou mais. 

2 - Quantas vezes e por quanto tempo a criança deve ser amamentada?

Outra dúvida que atinge muitas mães é sobre a frequência com que seu filho deve ser amamentado e qual é a duração de uma mamada completa e satisfatória. É recomendado que a criança seja amamentada quando quiser, ato chamado de livre demanda. Portanto, nos primeiros meses, é comum que o bebê mame bastante, sem muitos horários definidos, podendo ser de oito a 12 vezes ao dia. A tendência é que a mãe vá compreendendo quais são os momentos de fome de seu filho. 

A respeito da duração de cada mamada, não deve ter um tempo fixo. Vai depender da fome que a criança está, do intervalo entre as mamadas, do volume de leite materno em cada mama, do estado emocional da mãe, da forma como a criança faz a sucção, entre outros. A sugestão é que a mãe deixe a criança mamar até se desinteressar, favorecendo o esvaziamento total da mama e o fornecimento de um novo leite (para a próxima mamada) ainda mais grosso e rico em calorias. Isso fará com que a criança garanta o peso ideal e também requisite o leite materno com maior espaçamento.

3 - Quais os motivos que impedem a amamentação?

Amamentar é um que expressa cuidado com as crianças, no entanto, algumas mães podem apresentar dificuldades ao oferecer seu leite ao bebê. Há diversos motivos para que ele não consiga mamar direito ou para que a mãe sofra com dores. Selecionamos as queixas mais comuns e que podem ser mais esclarecidas também por meio de cursos a distancia. Veja só:

  • Problemas na sucção

Alguns recém-nascidos sofrem com dificuldade na sucção do leite materno e isso causa problemas tanto para eles, quanto para as mães, pois o leite pode vir a empedrar. Essa condição é normal de acontecer, e pode durar poucas horas ou dias, cessando após estímulos feitos pela mãe.

Para ensinar o bebê a sugar corretamente, é importante deixar que ele tente mamar por alguns minutos, não desistindo assim que enxergar o problema. É necessário verificar se ele está em uma posição que facilite e se sua boca está aberta o suficiente para abocanhar a mama.

  • Leite demora a descer

Quando o bebê nasce, o leite materno propriamente dito não desce automaticamente. No caso do parto normal, ele demora entre 48 e 72 horas, e quando o parto é cesárea, tende a demorar um pouco mais. O que o bebê ingere em suas primeiras horas e dias de vida é o colostro, aquele líquido grosso e nutritivo do qual falamos anteriormente.

Segundo a especialista em amamentação Simone de Carvalho, esse processo de descida deve ser respeitado, pois não oferece risco nenhum do bebê sentir muita fome, pois ele está bem alimentado com o colostro. Também não há necessidade de oferecer nesse meio tempo a fórmula de leite artificial, por que isso irá interferir na saúde do bebê.

Quando acontece isso, as mães costumam ouvir bastante que seu leite é fraco, mas isso é um mito. O fato é que ele só está entrando em equilíbrio para poder alimentar o bebê da melhor maneira. Você, profissional de saúde, deve estar atenta a esses fatores para poder ajudar as mães de uma forma mais humana, sendo que é possível aprender diversas dicas de como fazer isso em cursos online.

  • Mamilos planos ou invertidos

Mamilos planos, invertidos, protusos ou pseudo-invertidos podem amamentar da mesma forma. Mesmo que pareça um pouco improvável, os bebês utilizam a aréola para sugar o leite e não o mamilo, por isso não importa como o bico do seio seja.

Entretanto, há algumas dicas para potencializar o efeito da amamentação, facilitando a saída do leite, como o estímulo manual dos mamilos para que eles sobressaiam e fiquem macios e mais salientes. Além disso, o uso de bicos de silicone ou outros materiais não é indicado.

  • Traumas nos mamilos

Eritema, edema, fissuras, bolhas, manchas, hematomas ou equimoses estão entre as várias manifestações traumáticas dos mamilos das mulheres em fase de aleitamento materno. Os principais motivos para que isso esteja acontecendo é a pega incorreta ou o posicionamento incorreto do bebê.

É possível também que haja alguma disfunção oral na criança ou frênulo lingual curto, problemas que devem ser diagnosticados por pediatras ou fonoaudiólogos e tratados para que ela consiga ser amamentada. Quando há sucção prolongada (aquela considerada não nutritiva, quando o bebê suga por muito tempo) e o uso impróprio de bombas de extração de leite, os mamilos e aréolas também podem apresentar machucados e até sangramentos. 

  • Mastite

Outro problema que pode atingir as mães durante a amamentação é a mastite, um processo inflamatório bem doloroso, que pode acometer uma ou as duas mamas, causando sangramento, vermelhidão, dores, sensibilidade extrema e febre. A mastite ocorre entre a segunda e terceira semanas após o parto, e mais raramente após a 12ª semana, podendo progredir para uma infecção bacteriana ou não. Em caso infeccioso, a mãe pode sofrer com mal-estar e febre alta (acima de 38°C) e a produção de leite é prejudicada.

Importante saber que, caso a mãe tenha dificuldade para amamentar, poderá buscar ajuda de profissionais das equipes do Programa Saúde da Família, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos Bancos de Leite Humano e em grupos comunitários de apoio à amamentação.

Viu que mesmo aprendendo como amamentar as mães podem ter uma série de dificuldades nessa etapa da maternidade? Por conta disso, a qualificação de profissionais de saúde se mostra tão importante, pois é o que pode tranquilizar essas pacientes e garantir a saúde dela e de seus bebês. Fazendo cursos online com certificado não tem erro, é um aprendizado essencial, com qualidade e que ainda traz a documentação necessária para um maior reconhecimento no mercado. É uma chance e tanto que não pode ser desperdiçada.

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4 - Como aumentar a produção do leite materno?

Como falamos, não há leite fraco e quanto mais ele for oferecido para a criança, mais benefícios. Portanto, não há riscos do leite acabar antes de sua decisão de parar de amamentar. Contudo, há algumas dicas para que a produção aumente, a fim de garantir uma alimentação mais generosa para seu bebê. 

Aumentar a frequência das mamadas é o que mais ajuda a aumentar a produção de leite. Uma dica é, se o bebê mama somente durante o dia, experimentar oferecer o leite também em algum momento durante a noite. Outras ideias para que isso aconteça são: extrair o leite com bomba específica, massagear e fazer compressas mornas nas mamas, evitar uso de chupetas, mamadeiras e bicos artificiais.

5 - Existe uma posição correta para amamentar?

Não há uma posição que seja regra para amamentar. A mãe e o bebê deve ficar confortáveis durante esse ato e os dois encontrarão a melhor forma para tal. O que existem são maneiras que facilitam a pegada do bebê, a fim de não prejudicar as mamas e também de garantir uma amamentação eficiente - o essencial é que a criança esteja com a boca bem aberta e consiga abocanhar toda a região da aréola.

É imprescindível que enfermeiros, obstetras, pediatras, doulas e parteiras saibam todas as dicas de posições para ensinar às mamães como amamentar, que podem ser compreendidas em cursos EaD a respeito do assunto, como o que oferecemos por aqui no Centro de Estudos e Formação, que conta com um módulo especial sobre o "manual do aleitamento materno".

6 - O Brasil tem leis que garantem a amamentação?

Sim, o Brasil tem legislações que garantem que o bebê seja amamentado e que a mãe pratique a amamentação. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) estabelece que o poder público, as instituições e os empregadores devem oferecer condições adequadas ao aleitamento materno para todas as mulheres, sobretudo àquelas que trabalham fora. O Art. 396 da CLT diz que "para amamentar o próprio filho, até que este complete um ano de idade, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a 2 (dois) descansos especiais, de meia hora cada um, computados na duração do trabalho, quando o estabelecimento dispuser de local apropriado". 

Além das pausas, as mães obtiveram em 2008 um ganho de mais dois meses na licença-maternidade. Antes eram quatro e agora a Lei nº 11.770 garante seis meses para funcionárias de empresas privadas e públicas que aderirem ao Programa Empresa Cidadã. Essa nova legislação acompanhou a recomendação da OMS para o aleitamento materno exclusivo até os seis meses das crianças. Você também pode aprender tudo sobre as leis vigentes no país acerca dos direitos das mães e bebês no curso online amamentação. Há um tópico exclusivo para isso.

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Viu como a amamentação é benéfica? Por isso é muito significativo você fazer parte desse processo, seja você mãe ou profissional de saúde, orientando quem mais precisa nesse momento importante da vida. Aqui no Centro de Estudos e Formação você consegue realizar o curso online amamentação e muitos outros para entender mais sobre a saúde da mulher, dos bebês e de toda a construção do ser humano.

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Esperamos que tenha gostado do artigo. Caso tenha qualquer dúvida ou queira fazer um comentário sobre a importância da amamentação, escreva para nós no espaço abaixo. Continue acompanhando nossos artigos, até uma próxima!

Data Modificação  21/05/2018
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Equipe Centro de Estudos e Formação

 

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