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 Equipe Centro de Estudos e Formação  03/04/2017
Doação de sangue: cursos online, principais mitos e sua importância

Já parou para pensar que todo mundo pode vir a precisar de uma doação de sangue? Qualquer pessoa está suscetível a passar por alguma cirurgia ou por acidentes que necessitam de uma transfusão imediata. Esse procedimento, que já foi cercado de muitos medos e ainda causa diversas dúvidas, pode salvar vidas e um conhecimento mais aprofundado sobre ele torna-se indispensável nos dias de hoje.

Esse tema pode ser elucidado de diversas formas, como por exemplo em palestras, cartilhas oficiais e em cursos online, que têm sido uma das principais formas de aquisição de conhecimento atualmente. Profissionais de saúde, incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, entre outros, devem estar aptos para melhor atender seus pacientes e conseguir se estabelecer no mercado de trabalho. Além destes, a população em geral necessita de informações precisas para que os mitos acerca deste assunto acabem e esse quesito da saúde possa melhorar no Brasil.

Acompanhe este artigo, saiba como esse procedimento pode ser desmistificado em cursos EAD, e ao final, descubra uma surpresa que o Centro de Estudos e Formação tem para alunos que decidirem fazer uma doação de sangue!

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Doação de sangue: por que fazer?

Antigamente era muito comum as pessoas se sentirem inseguras para realizar uma transfusão de sangue. Havia boatos de que esse processo implicava no acometimento de doenças, como HIV ou Hepatite, mas isso só pode acontecer realmente se não houver uma pesquisa prévia para saber quem pode doar sangue e quem não pode, o que é feito hoje em dia pelas instituições responsáveis por fazer a coleta e a distribuição. Por isso mesmo que não há mais motivos para ter medo em doar sangue.

Esse ato, como falamos no início do texto, precisa ser disseminado aqui em nosso país e no mundo todo, pois pode evitar a morte de muitas pessoas. Fazê-lo, portanto, significa ser solidário com o próximo, assim como saber realizar o procedimento de forma correta. Mas apesar disso ser bastante falado em congressos e cursos a distância, vivemos hoje uma verdadeira luta por bancos de sangue cheios de doadores. Dada sua importância, em 14 de junho se comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), são colhidas anualmente 108 milhões de doações, metade em países considerados ricos, onde estão menos de 20% da população do mundo. A taxa média de doação de sangue é nove vezes maior em países de alta renda do que nos de baixa renda. A entidade alerta que "as doações voluntárias e não remuneradas precisam aumentar rapidamente em mais da metade dos países para garantir um suprimento confiável de sangue seguro para os pacientes".

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, mostram que somente 1,8% da população brasileira doam sangue e, desse total, mais de 50% são espontâneos. Além disso, o resultado evidencia um aumento de 5% na coleta de bolsas de sangue no Brasil, passando de 3,5 milhões para 3,7 milhões, no entanto, o número ainda é considerado baixo e a necessidade de sensibilizar novos doadores se faz presente. A principal queixa dos hospitais e organizações de saúde é que as doações só costumam ter aumento significativo em caso de catástrofes ou acidentes, e que muitas pessoas doam esporadicamente, ou seja, em casos especiais, quando um parente ou conhecido está em situação de risco e precisa urgentemente de doação. No entanto, a transfusão de sangue voluntária é essencial, pois os hospitais de grande porte, onde são tratados variados tipos de enfermidades precisam de todos os tipos de sangue disponíveis em qualidade e quantidade adequada.

Para você ter ideia de como esse ato é importante, se não houver sangue num hospital, por exemplo, as cirurgias (incluindo as de emergência) serão canceladas. São muitos os casos de pacientes submetidos a cirurgias complicadas, como as cardíacas, as de transplantes, entre outras, além daqueles que sofrem de câncer e passam por sessões de quimioterapia, que não resistem por falta de sangue e de plaquetas. Doando sangue você pode modificar essa situação, pois um doador pode salvar até quatro vidas. Isso por que após a coleta o sangue pode ser dividido em partes para melhor atender às demandas de urgência. "São separados a plaqueta, o plasma e o concentrado de hemácias. Esse plasma ainda pode ser transformado em medicamentos para hemofílicos, para doenças, etc”, explica Clio Venturim, diretor geral do Hemocentro do Espírito Santo.

Vale saber que cada bolsa de coleta recebe 450 ml de sangue, quantidade que pode ser utilizada em até quatro pessoas, como foi dito, dependendo do uso: em pacientes que estão com sangramentos, hemofílicos, em tratamento quimioterápico, para cirurgias, transplantes, grandes catátrofes, etc.

É papel dos hospitais, bancos especializados e profissionais de saúde em informar os cidadãos sobre o ato de doar sangue, como é gratificante, por que ser doador é importante e que não há riscos para a saúde. Qualificar-se em qualidade e eficiência na coleta de sangue em cursos online com certificado pode ser uma solução para quem trabalha na área e quer buscar o conhecimento necessário para ajudar a população doadora e, de quebra, garantir mais reconhecimento na carreira.

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Mitos sobre a doação de sangue

Como dissemos antes, muitas pessoas deixam de fazer parte do time de doadores por desconhecer como é realizado o procedimento, se há possíveis riscos e outras informações pertinentes ao tema. A necessidade é grande e preconceitos precisam ser extinguidos para que haja uma melhora nos números do Brasil. Segundo a especialista Maria Angélica Soares, coordenadora do hemocentro da UNIFESP, os profissionais que trabalham com doação de sangue estão empenhados em mudar esse tipo de mentalidade na população brasileira. "Não é fácil, mas estamos conseguindo. Nosso objetivo é convencer as pessoas saudáveis a procurem os bancos de sangue voluntariamente". Ela ainda diz que há muitos fatores que podem influenciar o déficit dos bancos de sangue: "esfriou, cai a doação. Meses de férias, fim de ano, algum fato que quebre a rotina são motivos suficientes para diminuir o número de doadores".

É essencial entender quais são as estatísticas desse procedimento aqui no Brasil e por isso os conteúdos de cursos EAD são indispensáveis. Pense na importância que essa análise tem para sua carreira.

Para te ajudar nisso, vamos desmitificar abaixo os principais conceitos sobre doação de sangue, reunimos algumas dúvidas bem recorrentes. Veja:

Ao doar uma vez, precisarei doar sempre

Se caso você decida doar sangue uma vez, não será obrigatório doar de forma recorrente. Essa é uma atitude voluntária, portanto, vai de você ser um doador fidelizado ou não. Vale lembrar que a participação da população é essencial para salvar vidas e a doação sempre será bem vinda, seja em caso específicos ou ao estabelecer uma rotina anual de doação.

Doar sangue entope as veias

Muitas pessoas imaginam que esse ato provoca um "engrossamento" no sangue, mas essa informação não procede. O sangue de uma pessoa normal tem um nível de concetração próprio e sempre se manterá o mesmo, se a mesma estiver saudável. Quando é feita uma transfusão, a parte celular do sangue costuma voltar à normalização em poucas semanas, não há por que se assustar.

Doar sangue provoca anemia

Uma bolsa de sangue utilizada pelos bancos de coleta tem a capacidade padrão de 450 ml (cerca de 10% que uma pessoa tem no corpo). É comum imaginar que tirar uma certa quantidade de sangue do corpo causará anemia, afinará o sangue ou o deixará mais fraco, mas é primordial entender que a doação não prejudicará de forma nenhuma a saúde do doador - só ajudará as pessoas que precisam desse componente. Vale saber, no entanto, que algumas pessoas podem sentir ligeiro mal estar, mas isso não é geral e costuma passar rapidamente.

Doar sangue engorda ou emagrece

Outra informação que se espalhou, mas é pura mentira: sangue não engorda, nem emagrece qualquer pessoa. A parte líquida desse componente, normalmente, é recomposta pelo organismo em 24 horas, em média, e não é capaz de provocar alterações no peso.

É necessário fazer jejum

Não é preciso fazer jejum para doar sangue, ao contrário da maioria dos exames de análises clínicas. Em relação à alimentação, recomenda-se estar bem nutrido, mas com refeições anteriores leves e não muito gordurosas e, no caso de realizar a doação depois do almoço, é indicado esperar cerca de duas horas para uma digestão completa. O que não é permitido é o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação. Além disso, é necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes.

Posso doar sangue todo mês

Não, há um prazo específico para que o corpo se recomponha entre as transfusões. A recomendação é que o homens façam doações a cada dois meses e as mulheres a cada três meses.

Os receptores correm graves riscos

Antes de doar sangue, é preciso passar por uma triagem, que é basicamente uma entrevista comportamental. Depois que essa prática foi adotada pelos bancos de coleta os indícios de contaminação dos receptores despencaram. Atualmente, os riscos estimados são baixíssimos, veja alguns dados do Banco de Sangue Dom Bosco: HIV - 1 caso em 493 mil, Hepatite C 1 em 103 mil, Hepatite B 1 em 63 mil e contaminação bacteriana 1 em mil plaquetas. É praticamente a mesma chance de um raio atingir uma pessoa no Brasil. 

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Quem tem medo de agulha ou de sangue não pode doar

Há pessoas que têm pavor ao ver ou entrar em contato com sangue. No caso de exames convencionais a pessoa vê o recipiente que coleta o sangue se enchendo, porém a bolsa que recebe a doação de sangue, geralmente, não fica à mostra para o doador. Uma dica é ficar em uma posição que evite a visão do sangue ou simplesmente se distrair, que também pode ser feito no caso do medo de agulha. Quem sofre com essa fobia deve ficar tranquilo, pois o procedimento não costuma causar dor - é somente a típica "picadinha".

Os profissionais de saúde que trabalham com coleta de sangue devem estar preparados para atender pessoas que se sentem inseguras ao doar, sabendo também todas as informações sobre o assunto para tirar dúvidas, e claro, como o procedimento pode ser realizado da melhor forma, prevenindo dores, fazendo uso correto dos instrumentos, entre outros. E quem procura essa eficiência na profissão pode contar com a ajuda de cursos online com certificado como os que são oferecidos aqui no portal, sobretudo o curso online Qualidade e Eficiência na Coleta de Sangue, que aborda todos detalhes de uma coleta eficaz, os requisitos para doar sangue, entre outros tópicos.

Requisitos e impedimentos para doar sangue

Como já foi dito, quando uma pessoa comparece a um banco de coleta para fazer uma transfusão de sangue, passa por uma triagem de doadores, que é uma espécie de entrevista. A maioria dos locais sérios com essa finalidade, obedecem a Portaria nº 2.712 do Ministério da Saúde, que estabelece as normas e requisitos para doar sangue, visando oferecer segurança e proteção ao receptor e ao doador.

Vale dizer que há uma listagem sobre quem pode doar sangue, as que estão inseridas em um grupo de impedimento temporário e aquelas que não podem doar definitvamente, por uma série de motivos. O impedimento é realizado a fim de proteger a saúde de quem doa ou recebe e leva em consideração as informações prestadas durante a entrevista, por isso é muito importante ser sincero nessa etapa, para que não ocorra problemas futuros. Afinal, o objetivo desse ato é ajudar a salvar vidas, não é mesmo? 

Requisitos básicos

  • Estar em boas condições de saúde;

  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos só poderão doar se seguirem os requisitos e preencherem autorização do órgão responsável pela coleta);

  • Pesar no mínimo 50kg;

  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);

  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação);

  • Apresentar documento original com foto recente, que permita a identificação do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

Essas regras são para pessoas que estão em certas condições que podem vir a prejudicar a saúde delas ou do receptor neste determinado momento. Veja a seguir o tempo de espera necessário para voltar a ser um doador em potencial, dependendo dos casos:

  • Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas;

  • Gravidez;

  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;

  • Amamentação (há menos de um ano);

  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;

  • Tatuagem / maquiagem definitiva nos últimos 12 meses;

  • Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis (DST's): aguardar 12 meses;

  • Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar um ano;

  • Qualquer procedimento endoscópico: aguardar 6 meses;

  • Extração dentária ou tratamento de canal, dependendo da medicação: aguardar 7 dias;

  • Cirurgia odontológica com anestesia geral: esperar 4 semanas;

  • Vacina contra gripe: por 48 horas;

  • Herpes labial ou genital: doador apto após desaparecimento total das lesões;

  • Herpes Zoster: doador apto após 6 meses da cura (vírus Varicella Zoster);

  • Febre Amarela: quem tomou a vacina deve aguardar 4 semanas para doar. Já quem contraiu a doença deve aguardar 6 meses após recuperação completa (clínica e laboratorial), e quem esteve em região onde há surto da doença deve aguardar 30 dias após o retorno.

Quem não pode doar definitivamente

Além dos temporários, há o grupo de pessoas que não podem fazer doação de sangue definitivamente, pois podem transmitir doenças presentes no sangue. Conheça quais são.

  • Hepatite após os 11 anos de idade.

  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.

  • Diabético insulino-dependente.

  • Pessoas com menos de 50 kg.

  • Uso de drogas ilícitas injetáveis.

  • Se já teve Malária.

Conhecer todos os grupos de risco e requisitos para doar sangue é uma missão de qualquer profissional que trabalhe com coleta de sangue. Fique atento em cursos a distância sobre o assunto, pois eles são uma das opções mais modernas atualmente por oferecerem conteúdos amplos e praticidade ao mesmo tempo. Considere realizar o curso online Qualidade e Eficiência na Coleta de Sangue, que traz a lista completa de doadores aptos e um conteúdo completo a respeito dessa importante pauta. 

Homossexuais não podem doar sangue?

Com a disseminação do vírus da AIDS no Brasil e no mundo na década de 80 criou-se um conceito de que homossexuais estariam automaticamente no grupo de riscos de doadores de sangue, pois a maioria dos infectados à época, eram homossexuais que mantinham relações sexuais sem proteção, como o Dr. Dráuzio Varella explica em seu canal. Posteriormente, surgiram os casos da doença em pessoas que utilizam drogas injetáveis, receptores de transfusão de sangue, hemofílicos, etc, e todos eles, incluindo os homossexuais foram determinados como grupos de risco.

O especialista evidencia, no entanto, que esse conceito ficou para trás, e que, hoje em dia, os bancos de coleta devem fazer a entrevista baseados no que chamamos agora de "comportamento de risco". Isso por que o que deve ser analisado é o número de parceiros que a pessoa tem, a incidência de sexo desprotegido com estes parceiros e o estilo de vida que ela leva, e não se ela é hetero ou homossexual. Esse é um dado importante que profissionais de saúde devem estar atentos para que não cometam atos discriminatórios durante a entrevista ou coleta. Buscar especialização no assunto em cursos EAD pode ser uma ótima ideia.

Sobre isto, vale saber que, além da triagem, para descobrir se o doador está contaminado com vírus HIV, Hepatites B e C, entre outros, é possível realizar o Teste de Ácido Nucleico (NAT). Esse procedimento consegue identificar a doença mesmo que haja um curto período entre o dia de contaminação e a doação.

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Você viu neste artigo que os números acerca da doação de sangue precisam ter uma melhora significativa para salvar muito mais vidas. Se você é profissional de saúde e precisa de um conhecimento mais abrangente sobre esse tema, não deixe de realizar cursos online com certificado, que te dão todo o respaldo necessário para que você aprenda mais e ainda obtenha o documento que comprove tudo o que absorveu. Importante frisar, contudo, que conhecer mais sobre doação e quem pode doar sangue, entre outros tópicos, é uma missão de qualquer pessoa, e o curso online Qualidade e Eficiência na Coleta de Sangue pode ajudar bastante nisso.

Nós do Centro de Estudos e Formação vestimos a camisa da doação de sangue e incentivamos nossos alunos a concretizar esse ato tão nobre. Aqui, os doadores de sangue ganham a matrícula no portal! É isso mesmo. Quem fizer uma doação de sangue poderá aproveitar os benefícios de nossos cursos a distância sem pagar nenhuma taxa de adesão. Para isso, basta que a doação tenha sido feita nos últimos 90 dias e que o comprovante seja encaminhado por e-mail. Doe, entre em contato com a gente e realize as centenas de cursos online que você desejar. Que tal? Faça sua inscrição agora.

O que achou do artigo? Conte para a gente! Se tiver alguma dúvida a respeito do tema ou de nossos cursos online, não deixe de comentar abaixo. Responderemos o mais rápido possível. Até mais!

Data Modificação  30/03/2017
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Equipe Centro de Estudos e Formação

 

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